Avanços no Plano Nacional de Educação (Artigo)

PRISCILA CRUZ - Diretora executiva do movimento Todos Pela Educação

Na rota pelo Congresso Nacional, o projeto de lei (PL) que institui o Plano Nacional de Educação (PNE) já acumulou mais de 3 mil emendas nos quase três anos de tramitação. Ainda que tenha propiciado inúmeros debates e embates, com a inclusão de estratégias com variada relevância para acomodar os diferentes pleitos, trata-se de um plano importante para a próxima década da educação e, portanto, para o futuro do país.

Ao longo do processo, algumas mudanças do texto promoveram retrocessos. Mas é importante destacar os avanços, que não podem ser perdidos, como os que foram contemplados no último texto apresentado pelo relator do PL na Comissão de Educação do Senado, senador Álvaro Dias (PSDB/PR), e que foi aprovado ontem por essa comissão.

Diante do baixíssimo aprendizado em matemática no Brasil, foi incluída uma estratégia específica na Meta 7 para fomentar a qualidade do ensino dessa disciplina. Para se ter ideia, no 5º ano do Ensino Fundamental, 36% dos alunos aprenderam o adequado em matemática, caindo para 17% no 9º ano e chegando a 10% ao final do ensino médio. Ainda nessa meta, também foi inserida estratégia para promover a mobilização das famílias e da sociedade de forma articulada com a escola.

Não há país com educação de alta qualidade sem que isso seja uma demanda da sociedade, com a participação de todos, cada um fazendo a sua parte. E, mesmo que venha crescendo, ainda é pequeno o controle social dos brasileiros em relação à qualidade da educação. Não é por falta de informações. O Brasil tem um dos maiores sistemas de avaliação da educação no mundo.

Os abundantes dados educacionais das provas de larga escala, dos censos escolares e das Pnads deveriam ser de fato insumos para a gestão das secretarias de Educação, das escolas e até para a docência. Mas tais dados comunicam pouco e, portanto, impactam pouco o dia a dia de quem faz a gestão da educação. Assim, foi importante que o texto atual do PNE reconhecesse a necessidade do uso dos resultados educacionais de forma a corrigir os rumos do que não está dando certo dentro da sala de aula e na gestão.

Outra grande questão educacional brasileira é que, além dos resultados ruins nas médias, há muita desigualdade. Os municípios, estados e população mais pobres, em geral, têm resultados piores. As desigualdades começam cedo, na alfabetização. Precisamos dar mais para quem tem menos para que possam superar a condição de vulnerabilidade por meio da educação. Portanto, são muito bem-vindas as estratégias focadas nesse tema, como a que garante mais apoio aos municípios com resultados educacionais piores e o retorno, na Meta 20, da estratégia que estabelece a complementação de recursos financeiros aos municípios que não atingirem o valor do Custo Aluno-Qualidade (CAQ).

Uma das formas de melhorar os resultados médios, mas com mais equidade, é a definição de uma base nacional comum. Nesse sentido, o PNE, desde o texto anterior aprovado na Câmara dos Deputados, traz estratégias para a definição do que os alunos têm direito de aprender em cada ano. Mas houve aperfeiçoamento importantíssimo na nova versão, a inclusão da estratégia de articulação entre a formação dos professores e a base nacional comum. Ora, se os professores precisam estar formados para garantir a aprendizagem dos alunos, a formação dos professores deve ter como base o currículo dos alunos, base concreta em que se apoia a docência na sala de aula.

Outro caminho já consagrado pelas pesquisas educacionais para garantirmos a aprendizagem de todos, principalmente dos alunos mais pobres, é a educação integral. A alteração do termo "educação em tempo integral" para "educação integral" na Meta 6 foi um avanço no entendimento dessa modalidade, uma vez que não basta ampliar o tempo que os alunos passam na escola, mas ampliar a formação por meio de aulas e atividades que promovam desenvolvimento mais abrangente e contemporâneo.

Por fim, na nova redação da Meta 20, a falsa dicotomia entre gestão e financiamento é substituída por ideia mais equilibrada, a de que, além da ampliação dos recursos, precisamos de "mecanismos de gestão e critérios de repartição que visem a combater a ineficiência e as desigualdades educacionais".

A aprovação do plano avança para a votação com um texto mais alinhado às principais reivindicações da sociedade civil. Não podemos entrar em 2014 sem o PNE aprovado. Esse é apenas um passo, ainda que muito importante. O essencial é o dia a dia: as políticas funcionando, a boa gestão ocorrendo e, fundamentalmente, os alunos aprendendo.

Discurso de Professora Day com comentários de Neilton Bahia, Professora Conceição e Valdir Veloso

PNE será votado em plenário no próximo dia 11

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Depois de aprovado nessa quarta-feira (27/11) na Comissão de Educação do Senado, em uma votação simbólica, sem a presença de parlamentares da base de apoio do governo, o PNE foi encaminhado com pedido de urgência e será votado no plenário no dia 11/12.

Se passar, o relatório do senador Álvaro Dias sobre o Plano Nacional de Educação para o período de 10 anos, volta para a Câmara. De acordo com o senador, 92 emendas foram apresentadas, sendo 44 delas aceitas total ou parcialmente, sem mudanças significativas. O projeto, que está em tramitação há 3 anos, tem 14 artigos e 20 metas. Na semana passada, a votação, que já estava marcada, foi adiada por um pedido de vista coletivo.

Para os representantes da CNTE, que acompanharam a aprovação, houve resgate de várias questões importantes, mas também recuo.

O coordenador nacional do Departamento de Funcionários da Educação (DEFE), Edmílson Lamparina, criticou a mudança feita no texto original da meta 15, sobre a formação dos funcionários da educação, que havia sido aprovado pelos deputados. Agora apenas os professores terão a formação garantida.

Segundo a secretária geral da CNTE, Marta Vanelli, a decisão dos senadores é um grave retrocesso também no que se refere à meta 20: “Apesar de garantir os 10% do PIB para a educação pública, o senador abriu nas exceções o financiamento para todas as instituições privadas. É uma contradição e nós vamos lutar na Câmara para reverter estes 2 pontos. É preciso garantir a formação dos funcionários das escolas e que o dinheiro público vá somente a educação pública”.

Fonte: CNTE

Discurso 15 de outubro de 2013

A IMPORTÂNCIA DE NÓS PROFESSORES PARA A SOCIEDADE


 

Por Caroline Moraes Brito
O professor é a figura mais importante no processo educativo, responsável na formação de cidadãos e ensinando-os desde cedo sobre as diversas áreas do conhecimento humano, sobre a vida e a sociedade. A pessoa do professor é fundamental no desenvolvimento do estudante e de um cidadão consciente e reflexivo. Ele é um facilitador de conhecimento que gera no estudante a dúvida, a reflexão e a contestação. Desta forma, o professor é o ponto inicial do aprendizado levando o estudante a questionar, inovar, a desenvolver e a procurar respostas para as perguntas que devem surgir.
É fácil perceber que transmitir conhecimentos não é uma tarefa fácil, principalmente em uma sociedade como a nossa onde o professor cada vez mais sofre com a desvalorização e recebe muitas vezes pouco respeito por parte de alguns estudantes e de governantes. E é devido a essa realidade é que nós, professores, devemos nos fortalecer através de nossa organização e participação nas decisões da nossa sociedade. Como fazer isso? Precisamos acreditar em nossa organização e ousarmos em termos lideranças militantes do nosso movimento nos espaços políticos, pois a conjuntura atual vem se encarregando em ser a propulsora de uma desenfreada mudança de atitudes por parte do educador. É uma reviravolta que leva a uma direção positiva a partir do momento em que há uma interação consciente e propositiva do educador com o contexto social que está inserido.
Reconhecendo a importância do professor, a Direção da APLB Sindicato manifesta o agradecimento especial a todos que de um jeito ou de outro ajudam na formação de cidadãos, função tão importante para o desenvolvimento de uma sociedade. Esperamos num futuro próximo poder presenciar a nossa valorização como profissionais que são fundamentais na vida do ser humano. Assim também, esperamos que todos os nossos alunos e alunas ao mostrarem-se como grandes cidadãos e bons profissionais, provem que o tempo e paciência que nós depositamos neles não foram em vão. Nós, professores, somos sim a espinha dorsal de nossa sociedade e não conseguimos imaginar o mundo sem  essa profissão. Parabéns Professor!

Na sala de aula
É que se forma um cidadão
Na sala de aula
Que se muda uma nação

Na sala de aula
Não há idade, nem cor
Por isso aceite e respeite
O meu professor!
Batam palmas pra eles que eles merecem!
Fonte APLB Jequié




Cidadão e cidadã faça a sua parte.

Os vereadores de oposição são apenas quatro não têm condições por  si só aprovarem ou rejeitarem qualquer proposta, assim é necessário que o povo se mobilizem para que pressione o seu vereador a votar nas propostas que realmente atendem os interesses da população.

Cidadão, faça a sua parte compareça as sessões da Câmara de Vereadores às terças-feira, para exigir que cada um faça a sua parte.

O Povo precisa saber que pode mais, participando efetivamente da vida do município através dos conselhos e cobrando de quem de direito as ações necessárias para o bom andamento da vida da coletividade.

Formação dos Profissionais de Educação

A professora Conceição participou de um Encontro das Regionais Sul e Cacaueira da APLB SINDICATO e o Coordenador Geral da entidade com a professora Irene Cazorla, diretora administrativa do Instituto Anísio Teixeira (IAT). Ela tratou da Política de Formação de Professores no Estado da Bahia, em Porto Seguro com a participação de vários secretário de Educação da região. Professora Ilce Tourinho, Secretário de Educação do Município de Camacã, foi convida, mas não compareceu, nem justificou.

A conferência do PC do B, em Camacã, foi um sucesso

Alice Portugal em CamacãA conferência do PC do B, em Camacã, foi um sucesso, contou com a presença de lideranças municipais, regionais e nacional com a presença de Alice Portugal que veio ao município mais uma vez e mostrou todo o seu compromisso com o cidadão desta terra e com a Professora Conceição que a recebeu de braços aberto.
Com o auditório do Clube de Dirigentes Lojista – CDL, lotado aconteceu nesta sexta-feira, dia 20 de setembro, a Conferência Municipal do PC do B em Camacã, contou com o tema Avançar nas Mudanças, o evento reuniu lideranças destacadas do PCdoB e discutiu os caminhos do Partido que nortearam o futuro, bem como a eleição da nova diretoria no município.

Alice Portugal, fez um balanço dos governos Lula e Dilma, focando os avanços alcançados, mas também os enfrentamentos dos novos desafios que se apresentam e exigem maior compreensão e mobilização do povo brasileiro para continuar o projeto desenvolvimentista no país.



Mais fotos do Evento:


Novas fotos da Conferência.

2013: IV Congresso de Educação de Porto Seguro - CONEPS.

A professora Conceição participou do IV Congresso de Educação de Porto Seguro - CONEPS, que debateu a formação Sindical, política, profissional e humana do trabalhador e da Trabalhadora da Educação.

A coordenadora regional Professora Conceição, esteve presente, em assembleia da professores da rede municipal de ensino do município de Santa Cruz Cabrália, extremo sul da Bahia, realizada na manhã de terça-feira (17), fortalecendo a mobilização.

Os trabalhadores em educação paralisaram suas atividades desde o dia 14 de agosto deste ano, depois de não conseguirem negociar seus interesses com representantes do Poder executivo municipal. A diretoria da APLB - Sindicato se solidariza com o movimento e apoia as reivindicações da categoria.

Alice Portugal lamenta que a Câmara dos Deputados tenha livrado da cassação deputado condenado por corrupção

Em viagem oficial à República Popular da China desde o dia 19 de agosto, onde representa a Câmara dos Deputados, a deputada Alice Portugal (PCdoB/BA) lamentou a decisão tomada pela Casa na sessão desta quarta-feira, 28 de agosto, pela não cassação do mandato do deputado Natan Donadon.



Alice Portugal considerou um erro o fato do presidente da Câmara dos Deputados ter posto em votação o processo de cassação num dia em que a Casa não tinha quorum elevado em função da inexistência de votação. “Isso, sem dúvida, contribuiu para livrar o parlamentar condenado”, salientou.

Justificando sua ausência pelo fato de estar cumprindo missão oficial do outro lado do planeta, a deputada do PCdoB defendeu a adoção do voto aberto nos processos de cassação de mandato parlamentar e disse que só desta maneira o Congresso Nacional conseguirá punir parlamentares que, de fato, cometeram crimes e quebraram o decoro.
“Lamento que a Câmara dos Deputados tenha livrado da perda de mandato o deputado Natan Donadon e lamento que o Conselho de Ética também tenha livrado o deputado Carlos Alberto Leréia do processo de cassação de mandato por suas ligações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira”, afirmou.

Fonte: Site Oficial

Alimentação Escolar




O Ministério da Educação foi consultado sobre o bloqueio da verba da alimentação escolar do município de Camacã e a resposta chegou:

O protocolo de n° 13553472, foi finalizado em 5/9/2013, às 13:34 pela área responsável.


Solução:
"Diante do exposto, informamos que o município teve duas parcelas bloqueadas devido a Conselho CAE vencido que foi regularizado somente em 12/08/2013."